segunda-feira, 9 de março de 2026

#ficaadica

Por vezes, preocupamo-nos em demasiada com a vida dos outros, com as escolhas dos outros, com a forma de ser dos outros e com aquilo que os outros possam eventualmente dizer, mais do que com a nossa própria vida e com os nossos problemas. Aliás, se não conseguimos organizar a nossa própria casa e o nosso próprio percurso, vamos atrever-nos a dar palpites a terceiros? Principalmente quando tal não é solicitado? Serve para quê? Para esquecermo-nos das nossas feridas, mágoas e traumas? 

Esta publicação, assim a meio da tarde, de uma segunda-feira, apesar de ser um recado para o mundo no geral, no particular, acaba também por servir de autocrítica - bem merecida. 

6 comentários:

  1. Costuma-se dizer: Não tens vida própria?! Mas também por vezes pode ser uma preocupação de alguém que já viveu o mesmo
    Muito pano para mangas :)

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  2. Às vezes, inconscientemente, é porque sentimos inveja dessas pessoas.

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    Respostas
    1. Talvez sim. Talvez não. Não sei. :P

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    2. A inveja nem sempre tem por que ser má. Há a inveja “boa” (ele tem / ele é, eu também gostaria de ter / de ser), e há a inveja “má” (maldito/a, tens e não devias ter / não devias ser / espero que te fodas na vida). Eu sinto inveja boa, sim; do meu vizinho da frente, por exemplo, que tem o jardim todo arranjado e eu não.

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    3. Ai Mark, Mark! Vai cortar essa relva! Já! AHAHAHAHA

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