sexta-feira, 6 de março de 2026

constatações


Às vezes nem é tanto como achamos que somos, é como os outros nos veem. 


Ex n.º 1: Tu? Andares na putice? Não. Tu és husband material


7 comentários:

  1. Aquele meu amigo de 35 anos (chamemos-lhe o D.) também é husband material e não tem sorte nenhuma. A semana passada conheceu um tipo do Porto, apaixonou-se, pensava que ia tudo correr bem, mas o tipo não quer relação à distância por agora, e o D. trabalha em Lisboa e de momento não pode pedir transferência.

    A vida é lixada.

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    1. Como é que uma pessoa se apaixona num encontro ao vivo?

      Pergunta honesta.

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    2. Bueno (começo a usar interjeições espanholas sem dar por isso), eles falaram durante umas semanas, todos os dias, por videochamada. O rapaz era culto, bonito (segundo os gostos do D.), ou seja, havia uma química enorme. E ele apaixonou-se. O D. é muito imaturo nestas coisas. Já todos fomos um pois assim, ou não?

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    3. Eu já fui muito assim, desde os meus 21 até aos 28. Nunca resultou, por isso tive curisiodade e perguntei. Embora neste momento não sou a melhor pessoa para falar nestas coisas, vá, porque não quero ser um gajo amargurado... mas considerando a minha "vastíssima" experiência no campo sentimental, as coisas não acontecem assim, porque a nossa vida romântica não são filmes da Disney.

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    4. Errata: Já todos fomos um pouco assim, e não “um pois”.

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  2. Como os outros nos veem não importa muito relembro-te Caetano Veloso "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Apenas a pessoa, mais ninguém.

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    1. Acho que importa um bocadinho sim, até porque não somos ilhas. Não devemos é dar a importância em demasia, considerando o apenas as coisas como elas são ou como devem ser.

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Este blogue não é uma democracia e eu sou um ditador'zinho... pelo que não garanto que o comentário seja publicado. Mas quem não arrisca...