E seguimos no tema, com a publicação das vossas confissões. Não quero ninguém amuado, nem com o sentimento de que foi excluído. Porque apesar deste blogue não ser uma democracia, valoriza a participação de todos. Caso assim não fosse, não criava estas interações, nem tinha o trabalho de ter um espaço como este.
Sobre a esta confissão em si, primeiro, devo assumir que resolvi censurar o nome da pessoa que lá estava, não só (e por um acaso) porque a conheço ao vivo, e depois, porque não há necessidade de se alimentar certas coisas. Depois, noutro plano, acho que quem submeteu este desabafo, não odeia propriamente ninguém, porque este sentimento é muito forte, e mais do que aos outros, fará mal exclusivamente a nós próprios, se professarmos essa "religião".
Com o avançar na minha vida, no que a anos diz respeito, tenho aprendido que devemos apenas valorizar o que nos acrescenta e tudo aquilo que nos ajuda a sermos melhores pessoas todos os dias. Tudo o resto, deve ser colocado de parte, ignorado e desvalorizado na medida do possível. E escrevo isto com franqueza e a maior honestidade possível: se nos deixarmos envolver e afogar no ódio (vingança, etc.) apenas nos estamos a prejudicar a nós próprios, demitindo-nos de ter uma vida plena, tranquila e feliz. E acreditem, se havia pessoa com motivos para odiar "cenas" neste mundo, essa pessoa seria eu, mas não quero ir por ai. Quer ser feliz em todos os momentos, que o consiga ser. Quero valorizar quem me quer bem e agradecer todos os dias, por ter a possibilidade de ver, e aprender, um bocadinho mais sobre o mundo. Isto passa a correr, acreditem.
Portanto, se alguma penitência teria aqui cabimento, eu diria para se olharem ao espelho, e responder apenas a uma pergunta simples: vale a pena?
Quem também quiser participar nesta rubrica, já sabe, podem fazê-lo AQUI!

Tá bem. Obrigado. Mas eu continuo a odiá-lo.
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