Vamos lá então inaugurar a "cena". Não é que tenha muitas respostas para publicar (AHAHAHA), mas nunca mais me lembrei desta rubrica tão linda. E peço desculpa desde já por isso.
Então é assim: consigo relacionar-me com esta questão (Ups!). Estou a tentar ver-me livre desse mau hábito, e aconselho toda a gente, que tenha este problema a fazer o mesmo (como no presente caso). Infelizmente, parece que responsabilidade afetiva é coisa de outros tempos (quiçá, futuros) e maturidade é coisa que não abunda nos homens, incluído nos gays (mesmo depois dos 30 ou 40 anos). Portanto, se convidamos para qualquer coisa, uma vez, duas ou no máximo três vezes, e nem sequer há resposta... bom temos ai um grande sinal que... não. Que não vale a pena e chega de humilhações. Se verificarem o chat do Instagram, nas reações que enviaram ao tal crush, e das duzentas, nem sequer houve um "obrigado", parece-me que a resposta está dada. Não insistam, parecem desesperados e como já todos sabemos, os homens adoram ser desprezados.
Contudo, consigo perceber aquela coisa do desafio pelos bad boys, mas a verdade, é que depois quem fica na merda somos nós. Isto é, como não temos os astros alinhados com as intenções dos outros, acabamos por ficar desiludidos, porque as expetativas criadas não foram correspondidas. E isso, meus caros amigos e leitores, a responsabilidade é exclusivamente nossa. E nunca nos podemos esquecer do seguinte: muitos gays apenas procuram validação externa para puxarem o seu ego para cima. E acabamos por entrar num sistema, onde as nossas abordagens, apenas servem para garantir que alguém acumule pontos para o seu nível de "convencidez". Há muitos homens que não valem nada, é certo, mas em muitas situações a culpa (aí a terrível culpa) é nossa. Se não queremos entrar no esquema, não joguemos com estas regras.
E como primeira penitência, e considerando o caso concreto: trabalhar mais essa autoestima, combinar um café/almoço/jantar com amigos quando se sentir que se está a fraquejar, e trabalhar na rejeição. Ou seja, não faz mal convidar alguém para sair. Faz mal, sim, não conseguir aceitar um não.
Bom, tarefa primeira, concluída com sucesso! E desse lado, alguma coisa que queiram partilhar?
Podem fazê-lo AQUI!

Eu também tinha os meus tipos ideais: masculinos, loiros, olhos claros, blá blá blá, e isso não vale de nada quando te deparas com uma pessoa que gosta e cuida de ti, e eu já disse isto várias vezes: eu apaixonei-me pelo meu marido por aquilo que ele é por dentro - um rapaz extraordinariamente boa pessoa, meu amigo, que me cuida e de quem cuido. Só depois veio o resto, e talvez por isso o nosso amor seja tão forte: porque não começou com atração física (pelo menos da minha parte), nem com sexo. Começou já amor, e não paixão.
ResponderEliminarEu acho que tu, e muitos outros, ainda buscam um grande amor. Eu felizmente já o encontrei, e é mesmo o amor de uma vida. Não quero mais ninguém e nem penso nisso. E, no fim de tudo, ainda tenho um marido que, não sendo loiro nem tendo os olhos claros, é bastante masculino. É um ursinho lindo e fofinho.
Eu procuro sopas e descanso. Já dei o que tinha a dar para esse peditório.
EliminarEu deixei uma confissão que tu ignoraste
ResponderEliminarNão ignorei nada. Não vou é publicar tudo de seguida. Além disso, já tinha deixado o aviso: "vamos lá então inaugurar a "cena". Não é que tenha muitas respostas para publicar (AHAHAHA), mas nunca mais me lembrei desta rubrica tão linda. E peço desculpa desde já por isso."
EliminarOu seja, vou publicar tudo o que recebi, mas espaçado, para não se tornar aborrecido.