terça-feira, 2 de outubro de 2018

colegas

Tenho uma colega que não faz a ponta de um corno, chega sempre atrasada (hoje por exemplo ainda não chegou - e eu já estou na pausa da manhã), está sempre a beber café, desaparece a meio da jornada de trabalho para ir ao cabeleireiro fazer as unhas (e cabelo), está constantemente a mexer no telemóvel (sejam mensagens, sejam chamadas) e está sempre a dizer que é uma coitadinha. 

Ontem, tivemos uma visita da nova administração. Foi a primeira a chegar.  


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

lindo

- Olá lindo!

- Estás bom lindo?

- Vais ver que consegues lindo.


Tipo... não. Não se chama lindo a um gajo que não se conhece de lado nenhum, com quem não se tem intimidade e muito menos como "nickname" carinhoso de pseudo-engate. Há que ter um bocado noção. É "lindo" e "bebé"... mais valia chamarem-me de "coisinho". Além disso, eu sei que não sou lindo. Tenho espelhos em casa. Quanto muito seria maravilhoso (estou a brincar, ok?). 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

festas

Depois do programa matinal da Radio Comercial de hoje, fiquei a pensar. Tipo, fui à minha primeira festa da espuma em 2010, com 30 anos, em Ibiza (na Es Paradis). Entrei numa discoteca gay pela primeira vez em 2006, em Saragoça (onde andei aos beijos com um cozinheiro francês, que despachei com a desculpa "amanhã acordo cedo") e no Trumps em 2009, com vinte-e-nove-anos. Até lá (falando da minha experiência em terras espanholas), vivia numa gruta e só frequentava o Docks e o Indochina. Sempre fui muito retardado, graças a Deus (?). 

undressed

No universo televisivo mundial, estão a pulular (ai gosto tanto desta palavra! Eu "pululo", tu "pululas" e todos nós "pululamos". Adiante) inúmero formatos onde se mistura a "procura do amor" com a parte mais física da coisa. Além do programa inglês onde tudo começa sem roupa, e depois é que se faz um "date" vestido, neste programa italiano, a coisa começa com roupa, passa para roupa interior, abraços e beijos, e a decisão final do "fica" ou "baza".     



Eu achei o Sandro e o Francesco fofinhos. Agora, será que ficam juntos? 

É pah, assistam e ficam a saber AHAHAHAHA! 

mark & ethan

É pah, agarrem-me. 


Um dos meus casais favoritos... separou-se? É isso? Dass. 



Olha, badamerda para isto. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

convergências

Com um ligeiro (só para não dizer enorme) atraso, alerto-vos que se encontra em cena (ainda vão a tempo, descansem), pelo Teatro União da Sociedade União Sintrense (grupo de teatro amador em Sintra), a peça “Convergências - Uma História de Amor, Preconceito e Redenção” que aborda os temas do racismo e da homossexualidade. 

Portanto, temos aqui uma dica genial para um serão diferente - obrigado Ricardo pelo contacto, renovando as minhas desculpas pela minha "inércia".   


Sinopse:
"Aura é uma rapariga profundamente apaixonada pela vida... e pelo Miguel. Um rapaz igual a tantos outros mas diferente aos olhos da mãe de Aura por ser negro. O facto de não ser o homem que idealizava para estar ao lado da sua filha gera o ponto de tensão principal na vida destas personagens, iguais a tantas pessoas reais".


Espectáculos aos sábados na sede da Sociedade União Sintrense - 21h30 
29 de Setembro | 6 e 13 Outubro 
13 de Outubro - Também Matiné 

Contactos para reservas e informações 
Telefone - 91 960 48 74 
Mail - teatrouniao@outlook.com 
Facebook Teatro União
Teatro União Site: teatrouniao.wordpress.com



E já sabem... não basta dizer que são "cólturais", há que sê-lo efetivamente.

tempos


Sempre duvidei de fenómenos “internéticos” vertiginosos, que de um dia para o outro conseguem crescer nas Redes Sociais, e virar “influencers”. Conheço (conhecemos), tantos e tantos casos que no passado eram “supé” famosos, e hoje… nem vê-los. Acredito, que para se ter sucesso neste mundo virtual dos blogues, “instagrãns” e coiso e tal, é preciso ter paciência. Pelo menos se o objetivo final for esse. E se for, há que ser persistente. Insistente. É querer ser alguma coisa efetivamente. É apostar na sinceridade como mote, e colocar um bocadinho de nós em tudo o que escrevemos, desenhamos, fotografamos e partilhamos.

Portanto, quando me perguntam “qual é segredo para ter um blogue de sucesso?”, torço o nariz. Bom, na realidade não sei responder a isso (até porque nunca tive nenhum projeto nesses termos), mas como leitor, aquilo que me faz voltar a qualquer lado é sentir, que o que foi partilhado foi genuíno. Isso, para mim, garante êxito. A interação, sentida, entre quem comenta e quem responde é ponto-chave. Saber que não é um robô que ali está, a tentar impingir-nos umas “coisinhas” patrocinadas, é, na minha opinião, uma mais valia. E não perseguir “comentários”, “visitas”, “números”, “status”, “rankings” e “competições”, é o garante de uma sanidade mental que não nos faz desistir de ser bloggers só porque ninguém comenta. Aliás, não existe obrigatoriedade neste campo. Para mim, partilhamos porque queremos e se não existir um "feedback" efetivo, ou materializado, isso não quer dizer que não nos tenha feito bem. Ou que num futuro próximo, não possamos ajudar alguém.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

obrigado

Venho por este meio agradecer a quem denunciou o meu perfil no Google+, ou à própria Google que não tem nada mais importante para fazer, avançando com a ideia que a minha pessoa não existe (logo não pensa) e que sou fictício. 

Foram precisos seis anos para chegarem a essa conclusão. Parabéns. Batem forte cá dentro.    


Bom, espero que não sejam assim em tudo. Na demora, claro está. 

terminologias

- Bom dia. 

- Bom dia - respondi ao menino de 24 anos, empregado do café. 

- O senhor vai desejar alguma coisa?


Parei. Respirei. E olhei para trás. Não fosse a pergunta dirigida a outra pessoa.  

- Sim, é um café por favor - respondi resignado.

- Trago já senhor. 



Desculpem...  mas senhor? Buáaaaaaaaaaaaa. Ainda não estou refeito. Pelos vistos já sou um "senhor". Mas que não quero ser um "senhor"Buáaaaaaaaaaaaa.



Estou deprimido. 

Buáaaaaaaaaaaaa.

Vou comer bolachas. 

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

"ser gay em Lisboa no século XXI"

"A sociedade pode evoluir em muitos aspectos, mas o espectro emocional do ser humano é o mesmo, sempre o mesmo, e quem é racista será sempre racista, quem é homofóbico será sempre homofóbico. E, agora, escrevam lá mais uns tantos comentários indignados e reclamando a supremacia dos heterossexuais a ver se eu me ralo."


Patrícia Reis


Ler a crónica integral aqui, sendo que a primeira parte (e respectiva contextualização) pode ser lida aqui


mood for today

Sinto-me prestes a explodir e a mandar tudo à fava, mas nem sei bem porquê. Sinto-me um pouco cansado da rotina, das pessoas, do trabalho e da minha vida no geral. Sinto que preciso de me reinventar, mas não sei muito bem como. Sinto-me que já não sou "eu" há algum tempo e começo a odiar-me. Não quero ser esta pessoa, em quem me estou a tornar. Um dia, compro uns bilhetes de avião e "bazo" daqui sem dizer nada a ninguém. Viver sozinho, durante 3 meses na Itália, nunca me pareceu tão bem como agora.  

quarta-feira, 11 de julho de 2018

voltei

Estive quase 3 semanas de férias. Pois é. Mas já cá estou. Voltei. Mas estou cansado. Aliás, continuo cansado. Mas aprendi muito sobre a "bicha humana" nestes últimos dias... principalmente quando confundem "simpatia" com "disponibilidade", "sorriso" com "vamos dar uma" e "partilha de nacionalidade" como "temos que ser amigos"

Ah, e também aprendi que a imagem que algumas pessoas têm de mim, não é de todo a real, mas isso é com cada um e cada um pensa o que quiser.

domingo, 24 de junho de 2018

passados

No início da semana, falei com um amigo que já não via faz meses. Na troca de acusações de quem tem mais culpa, por não se marcar nada ao vivo, surgiu a novidade que ele namora, que está muito bem e que aos fins-de-semana "vive junto" com o rapaz. 

Conversa puxa conversa, identifica-me o "não-sei-quantos", e eu faço uma pausa técnica. "Conheces??????" - pergunta-me tendo em conta a minha respiração mais controlada. E eu, respondo: "sim, lembro-me dele vagamente da "noite". E ele "ah ok". E a conversa seguiu. Como a marinha. 

E ainda bem que ele não me pediu para definir "noite". Não me estava a apetecer dizer: "Lumiar(Lisboa)", "dentro do carro" e "sem roupa"

arraial lisboa pride

Pelos vistos, a julgar pelas fotografias e vídeos que vejo no Instagram, devo ter sido o único que não compareceu no Arraial Lisboa Pride. Mas eu ando tão cansado... tipo, qualquer sítio onde me encosto, adormeço. Também já são 38 anos em cima deste corpinho frágil.

E por falar em frágil, lembrei-me de Jorge Palma


Isto hoje está bonito, está. 

acordar pela fresquinha

"Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu, encontrei o meu amor, ai Jesus que lá vou eu".

Não, não vou para Viseu, mas acordei com esta música na cabeça e não sei como é que a vou tirar. Como foi uma coisa super cool que me aconteceu, resolvi voltar aqui ao blogue e partilhar com o mundo. Muito fixe, né?


Enfim. Eu devia era voltar a escrever aqui e deixar-me de merdas. Mas agora está tanto calor...


Bom domingo!

quinta-feira, 26 de abril de 2018

anúncios

Normalmente quando estou a ver coisas no YouTube, e me aparece uma qualquer publicidade antes de visualizar o que quer que seja, fico logo aos saltos para carregar no botão "ignorar anúncio"

Curiosamente hoje, deixei o anúncio chegar ao fim.*




*Contudo o menino não tem tanta à vontade em falar 
para uma câmara, como tem a tirar a roupa, 
mas também na vida não se pode ter tudo, não é? 

sábado, 21 de abril de 2018

signos

Na semana passada, num subúrbio perto de si: 

Colega: Tu és como o meu filho... Os gémeos sofrem imenso, estão sempre lá para ajudar toda a gente e quando precisam de alguma coisa, olham para o lado, e percebem que estão sozinhos.

Eu: Não sei bem se poderemos atribuir isso a um "signo"... 

Colega: Não, é verdade. Os nativos de gémeos são assim, super disponíveis para todos, sempre a querer ajudar e depois não sentem esse retorno.

Eu: Ah... 


Mas tu queres ver que a culpa é do cabrão do signo? Estou lixado.

engate

Hoje, como tenho imenso tempo livre (não tenho nada, apenas não me apetece fazer o que tenho para fazer) resolvi elaborar uma pequena lista com 5 dicas para "engate", assim em modo genérico. Ou seja, não é um medicamento de marca registada, mas o princípio activo está lá todo (ó meu Deus... esta frase era excelente para fazer tantos trocadilhos... mas vou sossegar a periquita). 

Vamos lá então isso (ou como dizem os meninos do wiwiblogs, "lètedothis"). 

Cintos apertados?

Já têm colocadas aquelas coisas amarelas, que caiem dos compartimentos secretos dos aviões, para nos dar oxigénio?

Sim?

Bora!

instagram

Mas não estava a chegar o Verão?

Mas o Luke Evans não vem à praia, à Costa da Caparica?

#jánãopercebonadadisto

Créditos: Instagram Luke Evans 


Para seguir aqui.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

queixinhas

Ah e tal, tenho um torcicolo. 

Ah e tal, não fiz nada escabroso para o ter. 

Ah e tal, eu sei, tenho uma vida muito triste.

“crushes instagramaticas”

Jovem, já tens mais de 18 anos? És viciado no Instagram? Tens “crushes instagramaticas” que te dêem sonhos molhados? Andas sempre à espreita, para ver se as fotografias publicadas mostram mais do que deviam, e quando não mostram, sonhas que mostram? Gostavas de ver alguém como veio ao mundo, mas não queres pedir nada? Ou dar nada em troca? 

É pah, se respondeste “sim” à maioria das perguntas do parágrafo anterior, agora existe um site onde talvez tenhas essa sorte. Vai até www.lpsg.com e pesquisa pelo nome da tua “personagem” favorita. Ah, e deixa o nome na caixa dos comentários para ver se coincide com alguma das minhas.

sms's

Após o meu corpo ter dado sinais de carência de qualquer coisa, de andar uma semana com uma cabeça com o triplo do peso que habitualmente tem e de acentuar ainda mais as minhas olheiras crónicas, tirei uma fotografia à minha cara super cansada, e enviei ao miúdo com a mensagem "estou super acabado, esta cena deixou-me de rastos". E ele, longe, respondeu-me: "não digas parvoíces, estás bem e tens um sorriso bonito. Adoro o teu sorriso".    

E pronto. Ganhei o dia. 

ocasionalidade

Descobri agora e já estou a ouvir sem parar. Acho que a ideia está muito original (falando da música e videoclip), mas mudava-lhe um pouco a letra para ficar ainda melhor (a parte "da net e do pc" não me convenceu). 

Bom, agora vou ouvir mais mais uma vez a musiquinha (ou duas, ou três, ou as vezes que quiser porque os ouvidos são meus) antes de ir comer o meu magnifico bife de peru com arroz thai jasmim. Hasta la pasta! 


#ficaadica 
#eucomamaniaquepercebodemusica

quarta-feira, 11 de abril de 2018

ar-condicionado

Só vim aqui reclamar do ar-condicionado do meu gabinete. Obrigado. Podem voltar a fazer o que estavam a fazer. 

#ésóparareclamardoarcondicionado #seocláudiopodetodospodemos #arparaocláudio


terça-feira, 10 de abril de 2018

instagram

Reparo agora que estou sempre a escrever sobre a mesma coisa... acho que estou obcecado como o Instagram funciona, ou então estou a ficar senil. 

Olha, ao menos a opinião é a mesma. 

opiniões

Colega do terceiro: Tu és mais uma "cat person" ou uma "dog person"

Eu: Nem uma coisa nem outra. Sou mais "voyeur".*


*Ou como se acaba uma conversa sobre animais domésticos.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

dúvidas

E só mais uma coisinha, antes que me dê um ataque de vez: 

Se eu sou mais Aladino que Frozen, porque raio é que tenho de continuar a levar com chuva e frio? Dass.  

"Vamos fazer bonecos de neve", o caral&%$!

influencers

Primeiro, vou respirar fundo porque os vários médicos disseram-me que não posso enervar sob pena de ter outro "episódio". Segundo, vou respirar mais uma vez just in case.

Vá, vamos lá àquilo que me atormenta. Eu ainda sou do tempo (sim, eu sei que é de um anúncio do século passado) que não havia Instagram, sendo que também sou do tempo em que o Instagram apareceu, sendo que ainda consigo fazer a proeza de ser do tempo, em que o Instagram ainda mexe. "No início era o verbo", e haviam poucos portugueses nesta rede social e era tudo cool. Conseguiam-se ter "conversas" decentes com estrangeiros, e gostávamos das fotografias porque eram mesmo boas (ou por outro motivo qualquer, mas sempre genuíno), e não havia cá o frete do "segue-me" que "eu sigo-te também". E era por causa disto que eu preferia o Instagram ao Facebook

Entretanto, as coisas de lá para cá mudaram, e as pessoas agora acumulam seguidores, gostos, intercâmbios de divulgação de perfis, anúncios sobre as suas páginas no OnlyFans (onde estão semi-vestidos ou com a pilinha toda de fora, na esperança de obter um salário "disto" - ao invés de trabalhar como um "home" pah!) e fazem vídeos tipo "snapchateanos" onde tentam interagir com as pessoas. Bom, tentam. Porque permitem que as pessoas enviem mensagens, às quais nunca respondem, ao mesmo tempo que querem, que essas mesmas pessoas comprem as coisas que eles anunciam, ou utilizem os cupões de desconto com o seu nome para eles ganharem qualquer coisa, sendo que ainda querem que se subscreva planos de treino "muito em conta", e que se salve gatinhos com donativos. 

Mas uma dúvida assalta-me permanentemente. Ora, se há várias pessoas que mandam mensagem na esperança de interagir com "aquela figura pública do Instagram" (ou em inglês, "influencer") porque gosta, porque lhe acha piada, porque lhe dá tesão, porque tem um sentido de humor equivalente, ou por outra coisa qualquer, e se a abordagem é continuamente ignorada, expliquem-me d-e-v-a-g-a-r-i-n-h-o porque estou combalido (e como se fosse uma criança de 4 anos), porque r-a-i-o é que uma pessoa que é constantemente menosprezada, vai a correr comprar as coisas que se anunciam, ou usar um cupão manhoso qualquer, ou contratar algum personal trainer, ou ajudar a salvar aquele animalzinho fofinho que nem sabemos sequer que existe, se nunca, mas n-u-n-c-a, há feedback do outro lado? Devem ir devem. Vão, o c-a-r-a-l-h-i-n-h-o. Ou pelo menos não deviam. 

Ok, ok, já sei o que me vão dizer... "mas olha lá, existe pessoal que tem mais de 1000 mensagens por dia e não se consegue responder a todos". Pois, dá trabalho. Pois dá, eu sei que dá. Também já passei por isso. Mas a pessoa, ou aceita ao que vai, ou então está quieta. Ninguém é obrigado a aceitar mensagens ou comentários, ou até ter um perfil público. Mas se tem, e aceita receber contactos de terceiros, conhecidos ou desconhecidos, na minha modesta opinião, deveria de fazer um esforço para responder com um "obrigado", com um "olá", ou então com um qualquer smile ranhoso. Não responder, para mim, é s-ó falta de educação. Principalmente quando se utiliza o Instagram como uma plataforma de "negócio". Mas isto sou eu que tenho a mania e sou um bocadinho parvo. [aliás em linha com o que já tinha escrito aqui]


 Ah e tal, mas eu sou um "influencer"Olha, "influencer", o caralho.


E pronto, lá se foi a calma para as urtigas.

em abril águas mil

Esta coisa de esticar o cordel até ao limite pode dar mal resultado. Querer estar em todo o lado, fazer tudo e mais alguma coisa, meter-se em todos os projectos, dar-lhe forte e feio no ginásio, e ignorar os sinais que o corpo dá, deriva sempre em qualquer coisa menos positiva. E deu. Paralisia do lado direito do corpo e fala arrastada, "ofereceram" uma viagem na ambulância do INEM e uma breve estadia no hospital. AVC? Sem sinais.  Exames todos normais neste campo. Então o que foi? Qualquer coisa. Resultado? Paragem forçada do ginásio, trabalho a meio-gás, projectos parados, outros abandonados, muitos nervos, algum choro, muita irritação, noites mal dormidas, recuperação lenta, cabeça a leste do paraíso, muito apoio, preocupação e carinho dos amigos e colegas de trabalho, análises, mais exames, consultas de cardiologia, neurologia, e eventualmente psiquiatria.  Enfim. Tudo de bom. A verdade é que nem aos 38 anos cheguei ainda, e já estou neste triste estado. Bonito. Enfim. Talvez as más-línguas digam: "se não tivesses largado a blogosfera nada disto tinha acontecido". Se calhar essas más-línguas até têm alguma razão. 

terça-feira, 13 de março de 2018

março

Voltei aqui só para dizer que estamos a 13 de março de 2018, que estou vivo, que estou cheio de sono e que continuo parvo como sempre. 

Obrigado pela atenção e podem voltar ao que estavam a fazer.