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segunda-feira, 25 de maio de 2026

ódios

Ontem, antes de ir para o ginásio, passei num dos grandes centros comerciais de Lisboa. No balcão do café, estava um rapaz todo jeitoso, com tatuagens q.b., grandes pernas, de cavas brancas, calções pretos, chinelos de enfiar no dedo também pretos, cabelo grisalho e a abanar-se ao som da música que ouvia no momento. Claro que olhei. Obviamente que mirei. Era difícil não reparar. Mas mal vejo quem era, revirei os olhos. E não consegui disfarçar. Tenho ódio daquela pessoa, por tudo aquilo que representa para mim, e de certa forma, pela maneira gratuita como me humilhou. Quando não percebi no passado, porque é que não me deixou segui-la no Instagram, ao contrário do meu namorado na altura, foi perfeitamente entendível, anos mais tarde, o motivo. Sim, foi essa razão tão fútil e fugaz que acompanha o ser humano desde sempre. Pelos vistos, ele sabia quem eu era, eu é que não sabia de facto quem ele era. Ou o que ele representava para mim. Estávamos ligados, mesmo eu não o sabendo. 

Aquele momento deixou-me super revoltado, aliás, como ainda estou hoje. Com vontade de dar um murro numa qualquer parede, até sangrar da mão. Saí dali, cego, a pensar que iria curtir com o primeiro gajo que me aparecesse à frente. Fosse ele quem fosse. Acabei sim, por estar com uma pessoa (não foi a primeira que vi, como é óbvio), que apesar de me agradar fisicamente, não me diz nada como indivíduo. Não foi uma monumental queca, mas sim, apenas uns toques básicos num corpo, que me excitou no momento. E a ele também, aparentemente. Mas não fiquei melhor. Não fiquei compensado ou contente. Continuo com um ódio gigante dentro de mim, mesmo sabendo que no fundo não odeio ninguém. Talvez seja deceção ou tristeza. Ou tudo junto. Ou saber que os gays querem lá saber dos sentimentos dos outros, desde que satisfaçam as suas necessidades mais básicas. E como diz um amigo, "os gays querem lá saber se os gajos são boas pessoas". Será que não? Seremos assim tão iguais? 

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

ódios

 Odeio pessoas. Odeio gays. Odeio gente estúpida. E odeio gays.* 

Bem ,vou de fim-de-semana. 


*Leiam isto com ironia, por favor. Mas estou a falar a sério, by the way.

quinta-feira, 17 de março de 2016

ódios

Já disse que odeio o meu trabalho?

domingo, 31 de janeiro de 2016

ódios

Odeio quando a tecnologia manda mais do que eu. Dass.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

josé antónio saraiva

Se dúvidas houvessem sobre quem é o José António Saraiva, ao ler o seu último texto percebemos que afinal o senhor gosta é de opinar sobre o jetset. Neste registo, já acha bem que uma pessoa case pela igreja passados não sei quantos anos de união civil, com filhos e ainda consegue achar engraçado a noiva casar de branco mesmo sem ser virgem. Ou seja, para quem tanto apregoa as referências e que as referências estão a acabar, parece-me que entra em contradição. Não me deixou surpreso confesso, até porque este senhor é incoerente, maldoso e vomita, sempre que pode, o seu ódio pelos homossexuais. Mas achei curiosa uma coisa: deu como exemplo o Carlos Cruz que se separou de Marluce depois de ter oficializado o casamento. E aqui fiquei admirado. Ou seja, no seu texto a bajular o empresário Jorge Mendes deu como "referência" uma pessoa que foi condenada por pedofilia (com rapazes) e que se encontra a cumprir pena em Lisboa. 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ódios

 Odeio pessoas que dizem: "ohh, já sabes como é. Nós somos umas "kiduxas"!"

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ódios

Odeio o Tony. O filho mais velho. O mais novo. A mais nova de todos. A mulher. O cão e o periquito (se o tiverem). Não há paciência. E não. O homem não é giro, nem sexy. O "Mik", não é "bom como o milho" e o "Davi" não tem ponta por onde se pegue. "Gajas de meu "blogui"" arranjem ídolos, ícones, homens, gajos, jeitosos, whatever, que valham a pena. Carreira, só da Carris, e mesmo assim, depende do motorista, OK?