segunda-feira, 9 de março de 2015

trabalho

Dizem que sou demasiado impaciente e que me preocupo antes do tempo. Dizem que não tenho calma nenhuma e que devo esperar para ver. A verdade, é que em 3 anos, já a terceira remodelação de serviços a que assisto. Mais. Nunca tem sido para melhor. Nesta, parece-me que vai pelo mesmo caminho e mais uma vez, vai-se premiar quem nada faz, e mais uma vez vou ficar entalado. Atualmente somos dois a fazer um trabalho específico e somos os únicos naquela categoria profissional. Fazemos o que ninguém quer fazer (projetos da treta, vá), sendo que a "coisa" dilui-se, porque o trabalho ora vai para um, ora vai para outro, sendo intercalado com alguns projetos interessantes. A partir de Maio deixará de ser assim. Ficará só um com o trabalho que ninguém quer fazer, sendo que o outro, subirá dois andares, para integrar uma equipa de pessoal mais velho, já com manias e jeitos próprios, que olha para nós como os eternos estagiários (apesar de contarmos com 34 e 35 anos). Quem ficar no serviço atual não irá ficar bem. Mas quem "subir na vida" não ficará melhor. Pena é, que os melhores trabalhos fiquem para quem nunca fez nada durante anos. Dizem que o karma é tramado... mas pelos vistos é só para mim. 

domingo, 8 de março de 2015

domingos


E basicamente é isto! 

Agora vou aproveitar o sol, que o dia de hoje nos proporciona e vou arriscar uns calções. Já sei que me vou arrepender, mas estou cheio de vontade de andar de perna ao léu! E vamos lá ver onde vou "cair"! Numa esplanada junto ao mar? Talvez. Sem grandes planos, apenas com uma enorme vontade de matar saudades do verão. Bom domingo a todos!

domingo, 1 de março de 2015

indecisões

Amiga: Olá. Estás ai?*

Eu: Sim....

Amiga: Vamos comprar os vouchers para o curso de fotografia?

Eu: Agora? Agora já acabaram.

Amiga: Dass. Queria fazer o curso.

Eu: Pois...

*chat do Facebook 

A sério, há pessoas... que enfim. Esta minha amiga é super indecisa e nunca é capaz de decidir nada em tempo útil. Mandámos-lhe a informação a semana passada e respondeu agora. Estava à espera do quê? De "batatinhas"? Como na passagem de ano de 2012 para 2013... mudámos os planos para ir de encontro ao que ela queria fazer, sendo que a condição dela seria "não sair de Lisboa". Pois, acabou no Algarve com um grupo de gajos. Queria pilas, mas das "outras".

domingos

Esta "coisa" da blogosfera é genial. Li há uns tempos, no blogue do Gil, que nos primeiros domingos do mês, as entradas para os monumentos tutelados pelo Estado são gratuitas. Se no mês passado fui ao Convento de Mafra, hoje, no primeiro domingo do mês de Março, estive no Palácio Nacional da Ajuda (Lisboa). 

Palácio Nacional da Ajuda -  01 de Março 2015
Fonte: Namorado

A última vez que tinha estado no Palácio Nacional da Ajuda foi em 2003, por causa de um trabalho para a faculdade. Na altura, fui com uma colega de curso (que hoje é uma das minhas melhores amigas) e calhámos numa visita com guia, com um grupo enorme de tropas (o sonho de muit@s lololol). A meio do percurso, enquanto a senhora nos explicava que a Rainha (não me lembro qual. Pedro, uma ajuda?) tinha ficado louca (porque o filho tinha morrido) e que regava o tapete do chão porque pensava que eram flores, deu-me um ataque de riso que acordou o Palácio todo. A minha colega resolveu ficar solidária comigo e por mais que a senhora fizesse um olhar reprovador (a ver se tínhamos compaixão pela história), mais vontade tinha de rir. E ria-me eu, e ria-se ela, como se fosse o mundo fosse acabar naquele momento. Como estava na frente, pior. Ainda tentei esconder-me, mas atrás de mim tinha um batalhão de gajos que não me deixavam passar. Toda a gente a olhar para nós e eu não conseguia mesmo parar de rir. Foi de facto, uma grande barraca. 

Mas desta vez correu bem. Não havia guias e a visita fez-se ao sabor da nossa vontade. O Palácio é lindíssimo no interior e merece ser visitado. Pena é, que não se tivesse concluído todo o projecto e seria uma das maiores residências reais da Europa, mas... com a falta de dinheiro não houve milagres (este país é sempre a mesma coisa...). No fim da visita (como não poderia deixar de ser) quando estávamos a descer a escadaria para sair do edifício, ao dobrar a esquina, bato de frente com um militar... começo a achar que deve ter algum problema com o pessoal do exército (lolololol).

Acabámos a tarde no Mercado da Ribeira (TimeOut) onde comi um cheesecake com base de chocolate! Nham Nham (gordo, gordo, gordo!).

Fonte: Namorado


E pronto. Já é segunda-feira (não quero, não quero, buáaaaaaaaa)! 

março

"Março, marçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão".
Dito popular português

Março
Kyle - Diário dos 7 Mares
 [Offline - blogue eliminado]
Fonte: Calendário Blogosférico 

Datas importantes:
|PT|
19. Dia do Pai 
20. Equinócio da Primavera
|Datas LGBT|
31. Dia Internacional da visibilidade da Transexualidade
[Promove a aceitação de Indivíduos Transsexuais]

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

relacionamentos

Disse-me um amigo meu, que um casal que ele conhece, se separou após 7 anos de vida em conjunto porque “já não havia chama”. Já viviam juntos, dividiam despesas, compraram coisas os dois e depois… olha depois acabou. Não é fácil ter uma relação duradoura. Não é fácil aceitar coisas e muito menos perdoar (e embora se perdoe fica sempre uma mancha que não sai). Manter uma “chama acesa” requer muita capacidade de encaixe, de cedência e de fuga ao facilitismo. Obviamente, que uma relação que já dure há um bom par de anos, estagna a determinado ponto, porque as pessoas, queiram ou não, acomodam-se e desistem de “provocar” a outra parte. Contudo, acho que se as pessoas se amarem, se cuidarem e se esforçarem, conseguem ir minimizando (ou eliminando) o impacto de muita coisa negativa.

A verdade, é que quando se inicia um relacionamento, pensamos logo que é para a vida e será tudo cor-de-rosa. A verdade, é que na mínima dificuldade achamos que “se calhar não vale a pena” e que “estamos a perder tempo, tendo em conta a variedade que há por ai”. Há pessoas que acham que existem várias almas gémeas pela vida fora, outras que acreditam que estar sozinho é o melhor, outras que acham que não arranjam “melhor” e outras tantas situações que nos fazem ser todos diferentes. É verdade também, que não temos que fazer fretes e aguentar um relacionamento só porque sim, mas vejo (e já falei disso) que hoje é tudo mais descartável, e ao comparar com a realidade heterossexual, como me disseram alguns bloguers (como o Leonel) é natural que as relações durem mais porque por vezes existem filhos, existem empréstimos, existem tantas coisas que amarram as pessoas que acabam por não terminar as suas relações.

Os meus pais por exemplo, do que me lembro o relacionamento deles, nem foi sempre bom e correu tudo bem. Tiveram (e ainda têm) momentos horríveis de discussões parvas, e numa altura que tinha 6/7 anos, tiveram para se separar porque a minha mãe não aguentava a “vida boémia” do meu pai (ele era presidente de uma associação desportiva e praticamente não estava em casa). A verdade, é que continuaram juntos. Não sei se por mim e pelo meu irmão, se pelos empréstimos bancários ou por outro qualquer motivo, mas continuam juntos. E acredito que passados 37 anos de vida comum, uma pessoa já não vive em mentiras. Já se conhecem demasiado bem para se enganarem um ao outro. E no telefonema que o meu pai me fez, preocupado com a minha mãe porque no hospital ninguém dava notícias, verifiquei sinceridade (e porque não dizer amor) naquela atitude (ainda por cima num homem que sempre foi duro, nunca mostrou o que sentia e que sempre achou que os filhos tinham que ser machos latinos) e fez-me crer que ele gosta mesmo dela. Obviamente, que se os meus pais concluíssem que estariam melhor separados do que juntos, eu compreenderia, porque a infelicidade não é caminho para ninguém (da mesma forma que compreendi, porque é que a minha avó fugiu – e mais tarde se divorciou – do meu avô).  

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

sei que me amas, mas podes ser o meu padrinho de casamento?

"Em Julho de 2014, João encontrou-o na Sérvia e encostou-o à parede. Disse-lhe que estava cansado de viver em segredo. Que viver escondido em quartos de hotel não era vida. Que não havia razões para ter medo. Nessa noite, Thomas deu a resposta que até hoje atravessa o coração de João:

– Eu não sou homossexual. É só contigo que sinto isto."


Ler o texto integral aqui.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

mais domingos

Isto de estar afastado do surf fez-me "desaprender" algumas coisas e ganhar algum respeito ao mar. Além do que, a água estava gelada e agora estou cheio de arrepios... Só espero não ficar doente. Assim, não há condições... mas ao menos há noite de Óscares. Vou começar, daqui a nada, ver esta blogosfera a comentar os vestidos (lolol) com um chá bem quente e com uma data de "pills" para amanhã estar fino.

domingos

Que fim de semana pah! Não consigo descansar um minuto. Mas é um cansaço bom, porque estou a fazer uma data de coisas que já não fazia há séculos e estou com pessoas com quem não estava há muito tempo. E agora... Estrela com ele! Vou espalhar magia e volto logo! Portanto... volte também!

Bom Domingo para todos, todas e para os assim assim.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

dia dos namorados

“Houston we have a problem”. Pois, é basicamente isso. A minha relação com o “Dia dos Namorados” sempre foi de “amor-ódio”. Durante anos (porque não dizer centenas de anos) estive solteiro. Tudo era suportável, exceto o dia 14 de Fevereiro… porque via tudo aninhando e encarreirado... e eu ali sozinho. Cheguei a pensar se teria algum problema grave, ou se o meu desígnio seria ficar assim até o resto dos meus dias. Tive as crises clássicas do “ninguém me quer” e do “ninguém me pega”, ou porque sou “feio”, ou “assado”, ou “cozido”. Quando queremos algo, e se esse algo nunca mais acontece, começamos a elaborar teorias sobre os mistérios do universo e ficamos apologistas do “mais vale só do que mal acompanhado” (em certas situações até é verdade).

Quando me perguntavam sobre o “Dia dos Namorados” dizia sempre “ah, não ligo a isso”, quando no fundo pensava “tenho pena de estar solteiro neste dia”. E sempre usei esse chavão, ao fim ao cabo, como escudo protetor da curiosidade alheia. Até que um dia, já quase a meio da vintena arranjei um namorado. O primeiro. O tal. Aquele cujo nome estava escrito nas estrelas. aquele cujo sobrenome era o meu "nick" do meu anterior blogue. Haveria dúvidas que seria até morrer? Azar dos azares, começamos a namorar em Abril e não chegou até Fevereiro do ano seguinte. Julgo que se arrependeu nos anos subsequentes, mas isso são outras “histórias”, para outros dias comemorativos. O segundo namorado… bom adiante. A “coisa” não correu nada bem e não vale a pena estar aqui a esgrimir argumentos sobre um "erro", que me odeia e me quer ver a boiar no Tejo.  

O terceiro. Quando começamos a namorar, só comemorámos o dia dos namorados assim “à séria” no primeiro ano e muito, por causa da pressão que exerci (queria viver “aquilo” porque sempre imaginei que era espetacular até que percebi que era só um dia em que todos eram "fofinhos", mesmo que odiassem a sua cara metade no resto do ano). No meu caso, ele não liga ao dia e eu sinceramente também não faço questão, pelo que, depois da "minha inauguração" no dia dos namorados, comecei a "desligar". Nos anos seguintes, ele dava-me peluches, eu não lhe dava nada, ou dava-lhe eu, e ele esquecia-se. O ano passado nem dia de namorados houve (houve, mas não no meu calendário), porque segundo ele “eu estava chateado” (sempre é uma perspetiva diferente do problema). Com o tempo passei a ignorar o dia, porque sinceramente, é mais do mesmo, e já temos os aniversários de um e de outro, já temos o natal, já temos o dia 19 de Novembro, já temos a data da reconciliação e acho que já existem demasiados dias comemorativos. Esta semana, apesar do nosso acordo de “não há presentes para ninguém no dia dos namorados” firmado há uns anos, perguntou-me: “Então e sábado? O que fazemos?”. “Mas alguém faz anos?” – respondi.

 E pronto, abri a caixa de pandora. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

fevereiro

 "Para parte de Fevereiro, guarda lenha no quinteiro." 
Dito popular português

Fevereiro
Dois Coelhos - Dois Coelhos
 [www.historiasdecoelhos.blogspot.pt]
Fonte: Calendário Blogosférico 

Datas importantes:
|PT|
14. Dia dos Namorados (Dia de São Valentim)
17. Carnaval
|BR|
17. Carnaval
|Aniversário de Blogues| 
07. Dois Coelhos
[www.historiasdecoelhos.blogspot.pt]
20. Cansei de Ser Hétero
[www.canseish.blogspot.pt]

sábado, 31 de janeiro de 2015

cúpulas 004

De um dos edifícios mais bonitos que conheço, situado numa das cidades espanholas que mais me surpreendeu. 

Alhambra - Granada - Espanha
[2012]

Fonte: Namorado


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

armários

Não sou fundamentalista do “sair do armário” ou de “ficar lá dentro”. Sou apologista que cada um, procurará aquilo que for melhor para si, mais confortável ou mais correto em determinada altura da vida, sabendo que somos todos diferentes e que todos temos condicionantes igualmente diferentes. No meu caso muito pessoal nunca contei “sou gay!”. Sempre vivi no limbo porque achava que me mantendo reservado, me pouparia a muita chatice. Um dia, os meus pais e irmão descobriram. Ou seja, devido a um evento na minha vida tive que contar. Vi nos olhos deles (pais) a desilusão. A minha mãe só dizia “mas é com um homem??? Não te preocupes que alguma rapariguinha vai-te querer como és”. Ao contrário do esperado, o meu pai reagiu como se eu tivesse contado que “tinha perdido 10 euros”. Nos dias subsequentes, via que a minha mãe tentava reagir como podia e o meu pai, após ver uma reportagem televisiva disse ao almoço “os pais têm sempre que apoiar os seus filhos, aconteça o que acontecer”. Não foi, nem é um mar de rosas, pelo que não se fala nisso de forma aberta. Obviamente, no dia que me casar (e gostava de o fazer) a questão irá levantar-se... mas de outra maneira e será empolada ao máximo, e aí sim, será um drama. Até lá, não vivo preocupado… e até à data nunca lhes apresentei nenhum namorado. Não tenho gay escrito na testa e não acho que deva apresentar-me como “gay”. Tenho dois nomes próprios e uso os dois. Tenho amigos que sabem, outros não. E no trabalho, só o meu colega 50 anos que se assumiu recentemente (porque arranjou um “companheiro”) é que sabe, bem como o meu colega que me surpreendeu e cumprimentou na “Conga” e outro que vi por lá também.

E tudo isto a propósito do quê? Pois bem, o meu colega “congueiro”, o ano passado resolveu assumir-se no trabalho (foi a opção dele, não acho bem, nem mal). Desde então, tem sido um falatório que só visto… e como começou a almoçar todos os dias com outro colega, também ele gay, a malta agora diz que eles namoram. E toda a gente me vem com essa conversa… e eu reajo com um “são sejam maldosos. Se calhar não é bem assim. Lá por serem gays, não têm que forçosamente andar um com o outro. Há amizade nos gays também. Aquilo não é sexo entre todos”. Mas toda a gente me jura que é verdade. E eu sei que não é. Porque estavam os dois na Conga, não estavam juntos e o outro que me cumprimentou por lá, arranjou um engate em 5 minutos e teve uma saída técnica. 

Entretanto, a conversa sobe e desce pelas escadas, pelo elevador, circula pelo café… são algumas mulheres a suspirar porque ele é “interessante e jeitoso” e é um “desperdício”, é a evangélica a "chorar", “porque tem nojo de gays” e aparentemente teve que riscar o nome do rapaz da sua lista de possíveis noivos, é a minha Chefe a dizer-me “ele é mesmo gay acredita”, é o meu colega a dizer “ele é maricas” e a outra colega a afirmar “ele não é nada de especial, ainda bem que é gay”.  É por estas e por outras, que estou calado no local de trabalho.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

casamentos

Eu acho que é música de casamento:

 


E com este cenário:

Fonte: Daqui.

sábado, 24 de janeiro de 2015

calendário blogosférico - curiosidades

E já que estamos numa de listagens, deixo ficar algumas curiosidades sobre o Calendário Blogosférico, que foi um projeto que gostei muito de participar:

  • O Junho teria ficado para mim, caso tivesse a coragem de tirar uma fotografia de t-shirt, no Castelo de Lisboa, como tinha inicialmente pensado. Depois de algum debate interno, concluímos que trocaria com o Dominus (o Setembro original), porque a minha foto se adequava melhor àquele mês. Mas antes disso, ainda mandei uma alternativa minha para Junho, com outra foto, onde estava de camisa aos quadrados e onde se podia ver o Tejo, o Padrão dos Descobrimentos e o Cristo-Rei. Não vingou.
  • O mês do Horatius também sofreu alterações. Trocou com o Miguel R, que era o Maio inicial.
  • Originalmente o Novembro estava atribuído ao Aaron. Mas ele desistiu e deu lugar ao Mark.
  • A primeira foto que o Francisco enviou foi rejeitada.
  • A foto do Miguel R não é em Albufeira, nem sequer no Algarve.  
  • O Gattaca foi o último a enviar a fotografia, mesmo em cima do “deadline” (dia 30 de Dezembro, às 23h22m).
  • A foto dos Coelhos foi a segunda prova. No registo inicial via-se os moços abraçados e a sorrir. Como a fotografia tinha pouca qualidade acabou por ser preterida.
  • O Horatius pediu para trocar a primeira foto dele, que era a sua sombra/silhueta num sobreiro - escolhida por mim.  
  • Eu pedi ao Silvestre para ser o Agosto.
  • O Ricardo Costa não sabia agendar uma publicação.
  • Quem pesquisou as datas LGBT foi o Miguel R e fez um ficheiro em Excel. E teve a audácia de me perguntar se eu tinha "excel"... 
  • Alguns bloguers quiseram também publicar o calendário no dia 1 de Janeiro, às 00h00m, pelo que acertámos pormenores a respeito por e-mail.
  • Os e-mails que enviei, tinham sempre no assunto “Calendário Blogosférico 2015 + um número sequencial + a data” e nunca me enganei no BCC (acho!).
  • Ao reler agora os e-mails trocados, vejo que não respondi ao Kyle. As datas religiosas que não são feriados estão assinaladas, porque vi um Calendário Português que as tinha e resolvi copiar. 
  • Antes de finalizar o calendário o Silvestre ficou com dúvidas sobre a sua foto e quis alterá-la. 
  • A regra inicial de: "fotografias tiradas de propósito para o evento com maior qualidade (3MB será o suficiente), relacionadas com o mês em questão e cumprindo uma regra básica que será uma fotografia da cidade onde mora/trabalha/estuda", não foi cumprida pela maioria das pessoas. 
  • Também quis fazer uma aplicação para telemóvel, mas não tive tempo.