segunda-feira, 20 de outubro de 2014

amigos

A questão dos amigos, ou da amizade, é um tema que trago aqui (ao blogue) de uma forma recorrente, porque é algo que me diz muito. Durante anos estive solteiro (ninguém me pegava lolololol) e sempre apostei em amizades sólidas. Durante anos achei que era o que me bastava, e a questão dos amigos e de os cativar tornou-se para mim, tão ou mais importante, como ter um homem ao meu lado. Aliás, alturas houve, que ultrapassou mesmo esse desejo de ter uma pessoa a vida inteira, e o meu grupo de amigos era o bastante porque me permitia ser eu próprio, onde gostavam de mim pelo que era e não por aquilo que queriam que eu fosse.

A verdade, é que apesar de ter uma postura um bocado antissocial muitas vezes, noutras tantas, basta darem-me uns minutos de conversa, dois ou três tópicos e lá começo a palrar que nem um desalmado. Acho que ter estado solteiro tanto tempo me mostrou que uma amizade não deve ser descurada e que é um amor que deve ser alimentado. Ao olhar para o meu leque de amigos atuais, vejo que tenho de tudo um pouco. Betos, freaks, CDS’s, comunistas, socialistas, sociais-democratas, brancos, amarelos, pretos, gays, bi’s, héteros, pobres, ricos, extrovertidos, introvertidos, giros, menos giros, altos, baixos, etc. 

Ao ter esta “Arca de Noé”, sei que tenho que ter alguns cuidados para evitar conflitos, sei que o A não gosta do B, o B quer levar para a cama o C, o acha o B má pessoa e foge dele, o D é de esquerda e odeia o E porque é do CDS e por adiante. Não é fácil por vezes, estarem todos no mesmo espaço, onde o único elo em comum, sou apenas eu. Também sei que não temos que gostar de toda a gente, nem toda a gente terá que gostar de nós, mas é difícil por vezes tentar ser bombeiro quando o circo pega fogo, embora tenha que reconhecer (e sou grato por isso) que eles fazem um esforço por causa de mim, tentando não transformar o ambiente muito pesado. 

Não tenho como objetivo de vida ser Miss (desejar paz no mundo, que toda a gente seja “amiguinho” e não sei quê), mas custa-me por vezes, ver que as pessoas não se esforçam minimamente para se darem bem e que se deixassem cair certos muros de ideias pré-concebidas até gostariam de conviver e gostar do que essas mesmas pessoas têm para dar. Eu sei que isto é muito blá, blá, blá e que eu também tenho amigos de amigos, de quem não gosto e não faço um esforço para gostar, mas apenas quis demonstrar com este exercício que tenho bons amigos, apesar de ser unânime entre eles que tenho muito mau feitio.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

dois anos

Sexta-feira que vem (17 de outubro de 2014), este blogue fará dois anos. E como sou uma criança grande, não consigo aguentar até lá para escrever este "post". Nunca pensei que este espaço me ajudasse a transformar no que hoje sou. Nunca pensei vir a conhecer pessoas espetaculares e que se reveem nas parvoíces que escrevo, ao ponto de me enviarem e-mails, de estarem presentes no meu Facebook, ou terem o meu número de telemóvel. É incrível, como umas palavras, uns desabafos, umas parvoíces, conseguem ultrapassar a barreira da timidez, que numa circunstância normal me fariam ter um olhar de "bafio" e não dar a oportunidade de ter uma conversa. 

Estava à pouco a ler uma notícia, que referia que em Portugal alguns "bloguers" conseguem fazer "desta vida" a sua ocupação principal e tirar rendimentos, que lhes permitem pagar as contas ao final do mês. À cabeça, "o pipoca mais doce" ou o raio que o parta. Confesso que o conheço, porque uma vez, de blogue em blogue (qual elefante de nenúfar, em nenúfar), dei com o sítio. Achei demasiado fabricado para ser real. Demasiado preocupado em construir uma personagem, que se queria comercial. E eu? Eu não quero ser comercial. Eu não pretendo ser ninguém, até porque já tenho uma vida e não preciso de inventar outra. Aliás sou um "Namorado" porque é mais fácil para escrever certas coisas. Para abordar certos assuntos. Para conseguir produzir algumas brincadeiras, que confesso (hoje é o dia das confissões LOL mas não me coloco de joelhos LOL) me faziam confusão ter, porque eram demasiado bixas (LOL). 

Adiante. Não vou aqui elaborar todo um drama até porque para isso temos os "Jardins Proibidos" da TVI (Ora, agora temos um coração para transplante, ora agora não temos. Ah espera, que voltamos a ter, ah espera, que não temos novamente!). 

E posto isto, e assinalando a "coisa", queria agradecer (à parte da mãe, do pai, do periquito e dos afins) àquele anónimo que me impulsionou e que me fez ter ainda mais garra para continuar este projeto. A sério, obrigado. Senão fosses tu, jamais teria conseguido ter forças para este relacionamento de 24 meses, com alguns altos, e com alguns baixos é certo, mas que me preenche e me faz muito feliz. E anónimo, como quero que todos saibam o quão importante foste/és para a minha singela pessoa, reproduzo aqui o que me escreveste:

Mais um blogue de merda sem conteúdo nenhum lol
"Namorado do Pop" AHAHAHAHAHAHAH tadito, a imaginação começa a esgotar eu sei xD
bah!

sábado, 20 de setembro de 2014

liebster award V

E parece que estes prémios voltaram a "dar de si". E à semelhança das nomeações anteriores, apenas vou publicar as respostas. Desta feita quem perguntou foi o blogue "adolescente gay".
 
1.Porque é que decidiste criar o blogue?
Reposta aqui.
 
2.Recomendarias o meu blogue (Adolescente Gay) a alguém? Porquê?
Recomendo todos os blogues LGBT, e ainda outros, que gosto de acompanhar, ainda que sobre outros assuntos.
 
3.A tua vida, neste momento, faz-te feliz?
A felicidade plena não existe. Mas confesso que um "clik" na minha vida, neste momento, me faria ser uma pessoa diferente.
 
4.O que achas do Portugal de hoje?
Está minado de oportunistas.
 
5.Qual a estação do Ano que preferes?
Obviamente, o verão. Mas gosto de viver num clima com as 4 estações demarcadas, embora este ano tenha sido uma coisa estranha.
 
6.Qual é a tua opinião sobre as Instituições que dizem defender os Direitos dos LGBT's?
Dizem defender, ou defendem? Mais importante que dizer é fazer.
 
7.O que é mais importante numa pessoa?
Sinceridade num sorriso bonito, com muita simpatia à mistura. Derreto-me logo.
 
8.Qual é o sitio do teu corpo que menos gostas? E qual a que mais gostas?
Menos gosto, as pernas. O que mais gosto: o peito.
 
9.O que preferes fazer num domingo à tarde?
Estar numa esplanada à beira Tejo, na companhia de amigos e a rir que nem uns perdidos.
 
10.Qual foi o momento/situação da tua vida que mais te marcou?
28 de janeiro de 2012.
 
11.Concordas com a afirmação "Mais vale ser Rainha um dia do que Duquesa toda a vida!" ?
 Não gosto de protagonismos. Não gosto de ser vedeta, nem conhecido. Não tenho ambição de viver da imagem, mas sim daquilo que consigo construir. Como tal, prefiro ser coerente toda a vida.

traições

Se há coisa que me deixa fora de mim, desiludido, revoltado, deprimido e inflamado é o facto de ser traído. Sim, aquelas coisinhas idiotas que fazemos uns aos outros, sem necessidade aparente, mas que achamos que vamos ficar melhor, se prescindirmos de ser nós próprios. Não falo agora de coisas mais físicas, nem sequer da vertente do relacionamento baseado num casamento ou namoro. Não. Escrevo sim, sobre aquele abalo da confiança que nos faz ceder as nossas fundações, quando um amigo (ou neste caso uma amiga) nos tira o tapete sem obter qualquer tipo de problema de consciência.
 
Tendo em conta os eventos recentes, até diria que estaria calejado no assunto, mas a verdade é que doí sempre quando acontece. Principalmente por parte de alguém, que sempre nos apoiou e nos mostrou a existência de um espaço de confiança o suficiente capaz de anular qualquer traição idiota. A verdade, é que ela utilizou a nossa relação para extrair informação, assim de uma forma inocente e quase que angelical, e depois... bom, e depois, tenta passar-me a perna vendendo uma verdade que só existe na cabeça dela.

Já diz o povo, que "trabalho é trabalho e conhaque, será conhaque", mas ainda assim... não me custa menos o que ela me fez. Talvez isso derive da minha capacidade (ou incapacidade) de achar que existem boas pessoas, ou pelo menos, que naquilo a que se chama de "verdadeira amizade" não existe margem de manobra para as tais "traições idiotas", que apenas produzem uma política de "terra queimada" e onde nunca nada será como antes. E é isto que muita gente não percebe quando falamos da traição da confiança... é que por mais perdão que consigamos produzir, ficará sempre uma nódoa negra que nunca se conseguirá disfarçar.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

mais um

Em conversa, diz-me agora o meu ex-namorado 1, que acabou o namoro. Mas estes episódios não acontecem só antes do verão? Tendo em conta que este ano não tivemos essa estação cá no burgo, os namoros não deviam só acabar na primavera de 2015? Mas afinal o que se anda aqui a passar? Algum vírus que tomou conta da "gayzada"?

gente parva

Acordei hoje com duas mensagens. A primeira, do namorado, a desejar uns bons dias. A segunda, de um amigo a dizer que tinha acabado ontem o relacionamento. E tudo porque a outra pessoa andava em "conservações" com outros rapazes no Facebook e nunca admitia que namorava. Ontem foi diferente. Admitiu a um cromo (que por sinal eu odeio, porque adorava meter-se nos namoros alheios), que namorava. O outro, lixado, bloqueia. O namorado (ou ex-namorado) do meu amigo "corre" atrás a mandar mensagem, quase que a pedir "desculpa" por estar numa relação. O meu amigo confronta. O outro responde que o rapaz não lhe é indiferente. O meu amigo acaba o namoro.

Mas afinal o que se passa com o mundo? 

Isto anda tudo parvo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

resposta

Ponderei, se haveria de responder ao comentário, que me fizeram neste singelo espaço, ou em alternativa, dedicar uma publicação ao mesmo. Acabei por optar pela última hipótese.

Primeiro devo dizer que não me acho melhor que ninguém (essa fase ficou perdida lá no tempo em que era parvo. Não que hoje, não seja eventualmente parvo, mas sou um parvo diferente) e como tal, as criticas que eventualmente faço… faço-as com o intuito de provocar em mim, uma análise com o objetivo de perceber se também padeço dessa maleita, e se assim for, como posso melhorar como pessoa. 

Depois, o afastamento. Vários motivos. Várias razões. Não é só por ter reatado o namoro. Foi também porque me carregaram com mais trabalho, no trabalho habitual, já por si chato e desgastante. Depois também, porque tenho um part-time que me ocupa as tardes e noites, e finalmente, a motivação para fazer coisas. Ou melhor a desmotivação. Corpo que não descansa, cede. E o cérebro, sem se desligar de vez em quando, deixa de ser imaginativo. E quem me conhece, sabe que adoro ser original, diferente e fazer coisas por impulso, que surgem enquanto pisco os olhos. E como corolário disto tudo, ter que formatar o computador e reinstalar tudo, também ajudou a quebrar o ritmo. É claro que se houve um afastamento, também não houve nenhuma aproximação. Sempre estive à beira de um correio eletrónico, de uma chamada, de uma mensagem, e tirando alguns “bloggers”“e anónimos” - com quem troco e-mails, mensagens de “whatsapp” ou mensagens pelo “Facebook”, que podem ter eventualmente algum “queixume”, pela demora na resposta, julgo que mais ninguém terá legitimidade na reclamação, até porque, sempre estive disponível. Afastado do blogue? Sim, mas não afastado de quem quisesse. E já se sabe, que uma amizade é trabalhada pelos interessados e que para dançar o tango são precisos dois. Como tal, a crítica será sempre dupla e não pode morrer apenas numa das margens.

Agora traçando um paralelismo entre a publicação, onde critiquei uma amiga, e o meu afastamento do blogue. Não me parece, face ao exposto, que as situações sejam similares. Não só pelo tempo da “relação”, como pelo “grau de intimidade”, quer ainda pelos dramas passados em conjunto. A “tal amiga” que se afastou, faz sempre isso quando arranja alguém. E não foi por falta de tentativas da minha parte, ou do nosso grupo de amigos, que a amizade ganhou uma cor estranha. De todos os convites formulados aceitava menos de 10%. E nestas coisas já se sabe: uma amizade é cuidada pelos dois lados, e que para dançar o tango são precisos dois.

Portanto caro menino/miúdo/rapaz/senhor (riscar o que não interessa), reconheço-lhe alguma razão na crítica que me fez, pese embora considerar, que estamos a falar de coisas diferentes. Lisboa não é Ankara, apesar de serem ambas capitais de países. E sempre poderia ter enviado um e-mail a perguntar, ou a criticar, aqui para o “menino” que “este” teria todo o gosto em lhe responder (já agora aproveito a oportunidade de agradecer ao Hugo, o e-mail enviado!). 

coisinhas

O tal puto que falei aqui resolveu mandar uma mensagem pelo Facebook ao meu rapaz, com uma conversa estúpida (acho que ele não tem capacidade para ter outro tipo diálogo), ao que lhe pergunta:

- Ainda namoras com o não sei quantos? Ele é tão insignificante que não me lembro do nome dele. Aliás, fiquei fodido com ele porque ele me eliminou do Facebook.


E eu? Eu não sei se fiquei fodido com o puto por ter mentido (ele é que me “desamigou” e bloqueou em tudo o que havia para bloquear, porque não fui tomar café com ele, nem pinei com ele) ou se fiquei lixado com o meu namorado, por não o ter mandado logo apanhar biscoitos. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

conversas

Ontem fui tomar café com o ex-namorado n.º1. Já não estava com ele há séculos. Muito por minha culpa, bem sei, porque o namorado não gosta e então tento evitar. Ou melhor: evitava. Não estou a fazer nada de mal, gostamos estar um com o outro, além de que já está tudo mais que resolvido. Cada um tem a sua vida, o seu namorado e os seus dramas. Mas como fomos os primeiros um do outro, e como (apesar de tudo) conseguimos ficar amigos, com um à-vontade bastante grande para falar de todos os assuntos, seria um desperdício (e uma grande parvoíce) deixar terminar esta amizade. Falámos de tanta coisa, de pessoas que conhecemos, das nossas relações, do futuro, de emigrar, do viver junto e dos anos que entretanto passaram por nós (apesar que ele será sempre 7 anos mais novo que eu). A meio da conversa chamou-me pelo meu segundo nome e parece que levei um abanão. Quando o conheci apresentei-me assim, naquela noite fria de Abril de 2009, no À Margem, em Belém. Achei, naquele encontro, que tinha encontrado o amor da minha vida, até porque o sobrenome dele, era o pseudónimo que utilizava no meu outro blogue e como diz a outra: "não há coincidências". Mas como já disseram aqui pela blogosfera, a verdade é que vamos tendo vários amores de uma vida inteira, pela vida fora. E o resto é o que é. 

No fim do café fomos ao Continente, no Colombo. Estava eu na padaria e passa um rapaz por mim a coçar a barriga. Olhei. Fixei o olhar porque parecia alguém conhecido. Não era. Era um rapaz que nunca tinha visto. Ok, era giro. Mas pronto. A partir daí o rapaz fixava o olhar em mim. Tentei disfarçar, olhar para trás a fingir que não era nada comigo. Que era alguém que estava lá atrás. Ao fundo. Mas não estava. E senti-me nu. Mas achei o fim da picada, quando ele depois de me ter despido com os olhos, devia os mesmos para o meu ex-namorado naquela de ver com quem é que eu estava, e dar-lhe uma pontuação para ver se era melhor ou pior que ele. Um ultraje! (LOL). Senti-me tão mal, que "fugi". Não fosse o rapaz perder a timidez e vir falar comigo (LOL). 

domingo, 27 de julho de 2014

domingos

A muito medo estou a sair de casa agora. Vou "piscinar", mas está um nevoeiro que não se pode. Só espero que por terras ribatejanas esteja melhor tempo e calor. Váaa e porque não dizê-lo sem medos: com umas vistas agradáveis e bem dispostas (LOL).

 Bom domingo a todos! 

terça-feira, 10 de junho de 2014

dúvidas

Embora só faça 34 anos na quinta-feira que vem, já recebi algumas prendas. Tenho estado a adiar o momento de as desembrulhar... mas não sei. Estou a vê-las ali a olhar para mim a dizer "tira, tira, tira!" E um homem não é de ferro (LOL). Já as apalpei e elas gostaram. Disseram-me que eram um livro e um CD. Mas não sei. Não queria ficar só nos preliminares (LOLOL), queria algo mais físico e ardente. Rasgar com todo o vigor, a "roupinha" que trazem e ver o que a mesma esconde. Bem sei, que por vezes é melhor ficar com a imagem vestida da "coisa"... mas não sei. Estou a controlar-me e a brincar às lembranças de aniversário tântricas, mas isto não é para mim. Não gosto muito de esperas, nem gosto muito de jogos de esconde-esconde. Mas por outro lado, a data não é hoje... ainda faltam 2 dias. Mas por outro lado, também acho que não faz mal ficar a saber tudo agora. Só espero ter um grande orgasmo com a surpresa. Ou então uma ligeira deceção (LOL). 

domingo, 1 de junho de 2014

domingos - update

E lá fui ao aniversário e correu tudo muito bem. A Praça do Comércio tem cada vez mais vida e mais turistas. Fomos a um restaurante no Chiado e acabámos a tarde numa esplanada à beira rio. Que saudades tinha eu de estar de papo para o ar a ver o Tejo. A Ribeira das Naus está a ficar fantástica e esta relação com o rio foi a melhor coisa que inventaram. Pelo menos o dinheiro dos nossos impostos está a ser bem empregue e é visível. 

 Fonte: Namorado


Pelo meio ainda ouvimos umas pessoas a dizerem mal de uma amiga. A dizer mal não. A arrasar e humilhar. E eu que não conhecia nenhuns dos intervenientes, já me estava sentir incomodado com os adjetivos e com as considerações, que estavam a utilizar e a verbalizar. O que vale é que eram amigos. Mas enfim. Se há coisa que tenho aprendido nestes anitos que aqui ando, é que cuspir para o ar dá sempre asneira e que não podemos criticar os outros porque não sabemos de todas as variáveis. Porque como digo e repito muitas vezes: "só sabe o que se passa no Convento, quem lá está dentro"

Fonte: Namorado

domingos

Está um dia fantástico para experimentar os meus calções novos... embora os ache demasiado apertados e curtos (LOL). Mas enfim, não vai ser nada. E como tenho hoje um almoço de aniversário de um amigo, espero que corra tudo bem e que a diversão impere. Afinal o que é a vida sem amigos? Aliás, estes são a família que nós escolhemos, por isso temos que ser certeiros na seleção. 

sábado, 31 de maio de 2014

1003

Queria fazer algo de especial para assinalar a publicação n.º 1000. Mas escapou-me a dita, pelo que faço a festa com a 1003. Yeah! Fixe! Cool! Parabéns a mim! Uuuuuu! Adoro-me. Podia clonar-me e casar comigo mesmo. Sou mesmo muito bom. Yes! Já se pode considerar este blogue como uma relação duradoura. 

(Bom já chega. Menos. Volta à realidade e deixa-te de parvoíces. Nunca vi ninguém escrever tanta idiotice em menos de dois anos. Há alguém que devia de arranjar uma vida, ou pelo menos, uns objetivos decentes.)

quinta-feira, 29 de maio de 2014

dramas

E só de pensar que daqui a 15 dias faço 34... Medo.