sábado, 24 de janeiro de 2015

que anónimo és tu?

A propósito dos comentários anónimos, e de algumas perguntas, que alguns bloguers me fizeram, encontrei um artigo que estabelece algumas categorias:

O reservado: é um anónimo que quer interagir, mas tem receio de se expor na Internet. Prefere manter sua identidade ou comentários para si mesmo. De uma forma geral, estes, relacionam-se de uma forma educada e sem nenhuma intenção do demónio nas suas ações. 

O cauteloso: é um anónimo que conhece o autor, mas como quer deixar uma interação crítica (que até pode ser construtiva), e porque tem medo de afetar a amizade que exista, geralmente opta pelo anonimato. Por norma, apresenta argumentos sólidos no intuito de ajudar a melhorar algo no comportamento, blogue, perfil, página, etc.

O sem perfil: é um anónimo que não deseja ter uma conta e perfil oficial (dá trabalho), mas gosta de participar na comunidade blogosférica ou de outras redes sociais. Estes, também costumam comportar-se como se não fossem anónimos. Ou seja, não existe diferença na abordagem e no trato, estejam identificados ou não. 

O com perfil: é um anónimo com um perfil falso, e que pretende apenas gerar ruído, utilizar a ofensa e a mentira como arma de arremesso. Muitas das vezes, são pessoas conhecidas dos autores, mas que não têm coragem de se identificar perante o estilo de guerrilha que utilizam.

O troll: é o anónimo mal educado, que passa os seus dias e noites aterrorizando as pessoas com comentários grosseiros, ofensivos e até ameaçadores. 

O cyberstalker: é o anónimo perseguidor virtual, perigoso e insistente. Que deve ter na sua cave fotografias da nossa vida real e o descritivo das nossas rotinas.


E tu? Que anónimo és? 

E tu bloguer? Que anónimos tens no teu espaço?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

direito de resposta

Bom, vamos lá ver... tenho 34 anos (daqui a seis meses faço 35), sou uma pessoa resolvida, sei o que quero da vida e tenho opiniões sobre tudo (mania de ser do signo gémeos) e não será por receber aqui alguns comentários menos simpáticos, e ainda por cima anónimos, que mudarei a minha "linha editorial", ou que irei eliminar este blogue, ou ainda, que vá a correr para a cama para chorar "baba e ranho" ao mesmo tempo que oiço "de volta para o meu aconchego". 

Sou como sou, e quem gosta, gosta, quem não gosta, não gosta. Não é uma questão de ser radical islâmico, é mesmo porque sou muito teimoso e até me provarem o contrário ficarei permanecido nos meus pensamentos/ideias/opiniões/parvoíces/teorias. Portanto, e como diz o camarada Francisco quem não acha piada nenhuma a isto, a meu ver tem dois remédios: ou não abre o blogue, ou então abre, lê por sua conta e risco, e depois vai para a sua sessão com a psicóloga (não me responsabilizo porém, pelo pagamento das sessões individuais de quem arriscou). Existe ainda outra solução que dizem que resulta também, mas para não me acusarem de ser ordinário não a vou dizer. Pronto eu digo: em alternativa à leitura dos meus textos sempre podem ver os filmes "marotos" do Castelo Branco.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

viva o rei!

Enquanto a direita parlamentar portuguesa contínua homofóbica, atrasada e hipócrita, no país vizinho (que diz o povo que "nem bom vento, nem bom casamento"), o Rei dá a cara por uma revista gay (autorizou que utilizassem a sua imagem na capa). 

Capa da revista gay espanhola "RAGAP"
Fonte: daqui! 

Mais informação aqui!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

amor

O meu amigo hetero de 2008: Sabes, só ando com ela até arranjar alguém melhor. É só mesmo para umas voltinhas, porque não faz nada o meu género. 

Eu em 2008: Não digas isso. Não sejas parvo. Essas cenas não se dizem, além do que, estás a gostar de sair com ela, descontraí e não digas essas merdas.

O meu amigo hetero de 2008: Sério man. Lembras da Susana da nossa turma? Toda bem feita de corpo, que parecia modelo?

Eu em 2008: Sim lembro. Aquela que não queria nada contigo e arranjou um namorado só para te afastar.

O meu amigo hetero de 2008: Pois. Essa... Mas a sério só ando com esta até encontrar outra que me agrade mais.

...

Casaram-se o ano passado. E nem sequer me convidaram para o casamento (LOL). Como adoro o amor. "Love" estás lá. És grande.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

coisinhas nocturnas

Já estava mesmo a ver que não iria conseguir a minha meta do "bi-diário", mas ainda assim fiz uma hora de cardio (yes!) e voltei a correr. Quando cheguei a casa foi só jantar e agarrar-me ao ferro... desta vez de engomar porque a pilha de roupa não para de crescer... odeio ser doméstico.

domingo, 18 de janeiro de 2015

18 janeiro de 2015

Repescando uma velha máxima que uso sempre; "o universo devolve-nos o que lhe damos" (e que as minhas colegas do trabalho se apropriaram e ensinaram aos filhos), despeço-me da blogosfera por hoje. Sinto que ultimamente tenho andando um pouco mais "seco", ou mais bruto (se preferirem), e talvez menos inspirado, mas a verdade (ou parte dela) é que não tenho grande vontade para fazer grande coisa, sabendo porém, que tenho muito que fazer. Este fim-de-semana passou a correr e já estamos praticamente numa segunda-feira, que antevê outra semana útil de loucos. E queria retomar o ginásio em força, começando amanhã com um treino bi-diário (a ver se consigo manter a "promessa"). 

Adiante. Admito, que me exponho aqui com alguma frequência e que se calhar devia resguardar-me mais no que conto e escrevo, mas a verdade também, é que me sinto bem a fazer isso, não só porque conheci/conheço pessoas espetaculares e que sabem dar sem exigir nada em troca, mas também porque me ajuda a dissecar os problemas/dramas/parvoíces que dentro da minha cabeça ganham outra dimensão. A blogosfera tem destas coisas... cria empatias entre pessoas que não se conhecem de lado nenhum, mas que sentem que têm muito em comum. E seja entre bloggers que se encontram afastados por 100 metros, por 300 km's ou por oceanos. A beleza deste universo, é que nos mostra que ainda há bondade, compreensão e humor (sim, essa "arma" mortífera), que nos puxa de novo para a sociedade e que nos mostra que o caminho não tem de ser mau ou terrivelmente difícil. Por vezes, temos umas pedras nos trilhos que seguimos, mas essas, não podem, nem devem, criar atrofias. Essas, não devem ser consideradas, porque apenas demonstram que apesar de tudo, ainda existem pessoas demasiado concentradas na busca da sua felicidade individual, relativizando os outros, os sentimentos dos outros, a vida dos outros. Como se tudo fosse válido para que o nosso bem estar se assuma como peça primordial no universo. E como também já disse, algures por ai num dos comentários que deixei, não somos blocos autónomos capazes de viver desenlaçados de todos. Contudo, consigo desligar-me de pessoas que nada têm a acrescentar à minha vida, sem nunca esquecendo porém: "que o universo devolve-nos o que lhe damos".  E agora: cama! 


Até amanhã. 


a propósito do comentário do senhor anónimo

Quem diz o que quer, ouve o que não quer. E embora exista liberdade de expressão neste blogue, admito que tenho alguma dificuldade a lidar com idiotas. Principalmente porque tecem considerações sobre mim, sem me conhecer de lado nenhum. Admito que podem "conhecer" até, alguma coisa do blogger que assina este espaço, mas não conhecem de todo a pessoa real, que está por trás dele. E sinceramente tenho (muita) pena, que apenas vejam a minha "mesquinhez" pelo meu humor, ou sua tentativa. E sobre a questão de ter sido esse motivo da traição... bom... isso têm de perguntar a quem de direito, não a mim. Mas sejam homens (ou mulheres) e assinem o que escrevem ou digam as coisas na "cara". Ou é pedir muito? 

Se calhar é. 

clap clap clap

"Martin Dolan, um padre na Irlanda, país historicamente católico e conservador, decidiu revelar aos seus fiéis que é homossexual.

Eu também sou gay”, afirmou no final da missa de sábado na igreja de São Nicolau de Mira, em Dublin, depois de ter feito uma declaração de apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A reacção dos fiéis surpreendeu: O padre Martin foi aplaudido de pé.

“Temos muito orgulho no padre Martin. Ele não deixa de ser a pessoa que era antes pelo facto de ter admitido que é gay”, disse um dos fiéis ao jornal Irish Sun.

O caso ocorre a menos de cinco meses de a Irlanda ir a votos num referendo sobre a legalização do casamento homossexual. Segundo sondagens recentes, a maioria do eleitorado pondera votar pela legalização. A Igreja Católica irlandesa, contudo, opõe-se à medida."

Notícia aqui!


Fantástico! Assim, sim. Grande Padre. E por aqui vemos uma grande diferença entre os Católicos e os Muçulmanos. E grande reacção da sua paróquia. Parabéns. Fiquei orgulhoso com esta notícia. 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

"gostos"

Ainda a propósito da recente onda de homofobia... não sei se é genético, se é certo ou errado, se há alguma falha molecular, mas a verdade é que "gosto de homens". É pah gosto. Quer dizer, tanto gosto de mulheres e de quase todos os animais... mas o "gosto" aqui aplica-se à parte sexual. À atração. Ao desejo. Aquela vontade de ver um "gajo" sem roupa. De sentir uma pele mais "rude". Se calhar era mais fácil, se sentisse essa mesma atração por pessoas do sexo feminino... mas a verdade é que não escolhi. Ninguém escolhe aliás, portanto há que saber viver com isso e aceitar... e ponderar a forma de afetividade, ou de demonstração dela, da forma mais conveniente. Não critico quem "opta" pelo casamento com uma mulher e ignora que os facto de se sentir mais atraído por homens, mas acredito que uma suposta felicidade não pode ser conquistada a qualquer preço... e como diz o povo que tanto gosto "mais vale só, que mal acompanhado".

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

charlie

Já muito se falou sobre o atentado em Paris ao “Charlie Hebdo”. Já muito se debateu as declarações do Gustavo Santos. Já discuti muito sobre os dois temas, quer no meu perfil de Facebook, quer com amigos nos cafés, quer com os colegas no trabalho, quer ainda, com desconhecidos em diversos fóruns noticiosos. A verdade, a meu ver, é só uma: morreram 12 pessoas.

Aquilo que me incomoda neste caso, é alguns indivíduos acharem que o “Charlie Hebdo” era motivo de ódio. Pessoalmente, só tinha ouvido falar, aqui e ali, das suas provocações constantes em forma de cartoons, a tudo e a todos, baseadas, segundo dizem, em humor puro e duro. Não é um jornalismo que aprecie, embora goste muito do desenho e do cartoon em especial. Para quem não conhece, ou desconhece, este jornal satírico francês não brincava só com a religião muçulmana, mas também com tantos outros assuntos, como por exemplo a homossexualidade. Se gostava particularmente deste tipo de “humor”? Não. Se me sentia atingido por ele? Às vezes. Se acho que há assuntos com os quais não se deviam de brincar? Acho. Então qual é a diferença entre mim e o Gustavo Santos? A grande diferença é que não acho que ninguém deva condicionar a sua maneira ser, face ao medo.
Para quem lê este blogue, deve recordar-se, que nos meses anteriores fiz uma publicação sobre o filme “Virados do Avesso”, onde considero que existe uma ridicularização dos homossexuais de forma gratuita (avaliando pelo trailer que vi, dado que não assisti à película toda). Se acho que a piada deveria ter sido construída de outra forma? Acho. Se fui ver o filme? Não. Se considerando a existência de uma ridicularização, acho legítimo que os atores, realizadores, produtores, etc do filme devam ser baleados? Bom, a resposta é, e será, sempre não. Devemos garantir, que apesar de discordarmos com muita coisa, não podemos desejar a morte de alguém, nem afirmar sem pudor “que estavam a pedi-las”. Aliás, esses discursos fazem-me lembrar a velha máxima, e já muito repetida, que “a culpa da violação é sempre das mulheres que usam roupa provocante” ou ainda, aquele episódio num tribunal do norte do nosso país, onde um homem acusado de matar a sua esposa porque desconfiava da sua traição, era recebido com louvores e palmas incessantes.
Julgo que vivemos numa sociedade que confunde Liberdade de Expressão com “Liberdade de dizermos o que queremos e sem direito a resposta diferente”, onde os jornalistas agora mortos sabiam que incomodavam, que causavam desconforto e que acima de tudo eram inconvenientes, mas ao mesmo tempo não condicionavam a resposta ao seu discurso. Já diz o povo “que quem diz o que quer, ouve o que não quer” e quem escreve “que alguém estava a pedi-las”, ou “que os portugueses que não perceberam o que escrevi não sabem nada” limita-se a ler o que não gostam e verificar que as suas teorias do “carpe diem” são facilmente desmontadas quando muitos se apercebem da sua natureza de plástico.
E sinto-me legitimado a escrever este texto, e a ter esta opinião, por dois grandes motivos. O primeiro, porque sou muito teimoso e convivo mal com a opinião alheia. O segundo, é que sendo homossexual, vejo-me muitas vezes ridicularizado em programas de humor, em conversas de café, em séries de televisão, em filmes, em piadas fáceis e em atitudes menos bonitas. Mas uma coisa é a “pretensa” piada, outra será a ofensa gratuita (que o humor sério não comporta) e outra ainda, é condicionar estas manifestações “apenas” porque me sinto incomodado e porque acho que não sou “bixa” (e a redigir isto, acabo por ser preconceituoso também). 
Não acho porém, que o “Charlie Hebdo” tivesse como função incitar o ódio pelos homossexuais, nem que “estivesse a pedi-las” para que os homossexuais invadissem a redação e queimassem tudo. E dito isto, acrescento que também não concordo em absoluto com o seu “humor”, mas isso será um problema meu, que lido simplesmente com um “ignorar”, ou então, com um sorriso na cara se lhe achar piada. 
Sobre o Gustavo... bom... ele podia limitar-se a aparecer em tronco nu em revistas da especialidade, para o deleite de muito boa gente, até porque ele é engraçado (e afirmo isto mesmo não gostando do rapaz, mas é só para verem que até não sou muito ditador).

Fonte: Carlie Hebdo

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

dramas

Eu: Pois, mas isto de viajar é tudo muito bonito, mas eu só vou fazer uma viagem grande por ano, porque o dinheiro desaparece num instante e tenho que poupar:

Ele: Ok. Já percebi. Não precisas de estar sempre a repetir o mesmo.

Eu: Este ano escolhes tu, para o ano escolho eu.

Ele: Também não te preocupes, que o não-sei-quantos gosta muito de viajar e posso ir com ele.

Eu: Então vai já. 

Ele: Fdx. Nem te picaste nem nada. É assim que se vê gostas muito de mim.


Pois bem, há certas conversas que não se têm e quando se arrisca a ser engraçado, sempre se pode ler uma resposta do tipo “Então vai já”. Nesse ponto mudei um bocado, até porque o que tiver que acontecer… acontecerá. Não vivo consumido pelo futuro, e era interessante se as pessoas percebessem que as coisas mudaram. Ou que eu alterei a minha personalidade. Portanto há certas "coisas" que já não ligo e há outras tantas, que me incomodam... como por exemplo;  quando me perguntam “mas, não confias em mim?”. Odeio que me façam essa pergunta. Fdx.   

coisinhas

Um "gajo" vai que nem um maluco, para o ginásio para recuperar o tempo perdido (um mês de ausência, com a agravante do que se devorou no Natal e Ano Novo) e ignora os conselhos "vai devagar pah! Não abuses. Tiveste parado muito tempo. Amanhã não te mexes". Bom, confere. Hoje dói-me tudo e nem consigo levantar os braços... não sei... Sinto-me aqueles bonecos das festas do norte do país (gigantones, será?????) que andam de um lado para o outro com os braços caídos. Enfim. Já percebi que tenho de ir com calma. Ou isso, ou fico em coma (LOLOL).
 
Ah é verdade: a tudo isto acresce o facto de estar super constipado e com febre... Ui. Como adoro o inverno...

sábado, 3 de janeiro de 2015

cúpulas 003

Uma pessoa vai a um museu e vai ver o quê? Cúpulas. Obviamente.

Bode Museum - Berlim - Alemanha
[2014]

Fonte: Namorado

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

janeiro

 "Em Janeiro, sobe ao outeiro. Se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrear, põe-te a cantar."
Dito popular português

Janeiro
Gattaca - Junta-te ao Clube
 [www.juntateaoclube.blogspot.pt]
Fonte: Calendário Blogosférico 

Datas importantes:
|PT|
01. Dia de Ano Novo
|BR|
01. Confraternização Universal
|Aniversário de Blogues| 
28. Aqui do Campo…
[www.horatiospatio.blogspot.pt]

2015

A iniciativa do calendário surgiu, como outras ideias, de uma conversa. De uma prosa sobre os calendários temáticos que têm surgido, aqui e ali, uns mais vestidos, outros menos, uns mais solidários, outros menos, outros mais elaborados, outros menos. No meio do diálogo que estava a ter com colegas do trabalho pensei “é pah, seria uma ideia muito gira para replicar pela blogosfera”.  No início tive medo de avançar com a ideia porque pensei não ter “quórum”, mas a generosidade que anda por aqui, desde cedo me mostrou que este seria um projeto com “pernas para andar”! Até do outro lado atlântico (Brasil! Obrigado Dominus!) recebi um e-mail a perguntar se poderia participar - e é por esse motivo também, que o calendário é válido, quer para Portugal, quer para o Brasil, contendo as indicações dos feriados e dias comemorativos desses dois países.

Como escrevi no e-mail de agradecimento aos bloguers participantes, julgo ter sido conseguida uma coerência formal no “nosso” calendário, que foi crescendo com o contributos de todos. Não posso esquecer que o Ricardo Costa foi o primeiro a enviar a fotografia pedida e que serviu de alavanca para que outros bloguers fizessem o mesmo - "muchas gracias muchacho". O Miguel R deu ainda a ideia de juntar datas marcantes para a cultura LGBT e acho que foi uma intenção maravilhosa, que enriqueceu bastante esta iniciativa - toma lá um "many thanks". Aos “pressionados” (Horatius, Shoes, Gattaca e Silvestre) agradeço imenso a paciência que tiveram comigo e apesar de tudo, espero que tenham gostado deste nosso projeto - e obrigado é "merci". Alguns já me confidenciaram que sim, outros foram de propósito para o campo tirar fotos contrariados (LOL), outros enviaram fotos no último dia e outros ainda, criaram toda uma produção para esta problemática. Francisco, um homem que avançou sem intimidações: Obrigado - ou em japonês "オブリガード" ("arigato?")! Para os Coelhos (participaram os 2!) outro obrigado (na língua da senhora alemã: "Dank"), desta feita a dobrar: "Dank" "Dank" - satisfaz duas vezes . Ao Kyle, o mês de Março, justiça seja feita, foi dos primeiros a dizer que sim: muito obrigado pelo avanço, "carago"!. Finalmente falta-me o Mark, que apesar de me ter dito que não tinha um blogue LGBT (alguém terá?) participou com uma foto a preto e branco (e nos salvou de um problema), pelo que fica também o agradecimento, mais que merecido -  e para quem gosta dos países baixos "Bedankt"!

Aos outros bloguers, que queriam ter participado e não tiveram oportunidade, bom... temos 2016, certo? Mas agradeço (e gravei na memória) a vossa disponibilidade e iniciativa. Já agora um obrigado também! Clap Clap Clap! Ahhhh e já sabem: tudo para o ginásio que em 2016 o calendário é em sunga (lolololol). 

Queria finalmente - já que estamos nos agradecimentos - dizer que a trancada que os meus pais deram, e que me originou, foi bem merecida! 


Antes que me esqueça duas notas finais: 1. Alguns bloguers (participantes diretos ou não) têm inscrito no Calendário (a que chamei Blogosférico) a data de aniversário dos seus blogues, porque a meio do percurso, julgou-se pertinente a inscrição destas efemeridades (estamos a comemorar a blogosfera!). 2. E finalmente a última nota: BEM-VINDOS A 2015!!!! (Podem ver o resto do calendário após carregarem no "Ler mais"!)