A ver se amanhã faço um update geral nos blogues... porque, talvez, os meus chefes consigam dar-me uns minutos de descanso. Nem os gays são tão cansativos como eles, e acreditem, que há gays chatos para caralho (sim, eu também o sou às vezes, porque acho que ainda sou gay).
Entretanto, estamos a chegar a junho, e a minha ideia peregrina de ter um namorado, ou um marido, foi à vida, porque afinal a cabeça ainda não está fixe, e verdade seja dita, não acredito que vá aparecer alguém tão cedo que me consiga virar o discernimento. Porque apesar de ainda estar a anos-luz de um psicológico saudável, os homens que gostam de homens em Portugal, são todos muito divas, psicóticos e acham sempre que vão arranjar melhor amanhã. Mas amanhã, como diz a canção "pode ser tarde demais".
Há uns dias, o M. tentou aplicar-me umas táticas de manipulação sentimental, que não resultaram, e pela 987653536464 vez, tive que explicar óbvio. Andei uns dias em baixo por causa disso, porque senti-me pressionado a decidir uma coisa que não quero decidir, e fiquei a sentir-me um monstro. Também há umas semanas atrás, curti com o tal rapaz que tem metade da minha idade, e continuamos a falar na boa. Sem pressões e sem cobranças. Aliás, quanto mais exigem de mim, mais me afasto. Não sei. Não quero cenas muito definitivas neste momento. Quero paz e sossego, até porque me sinto muito cansado fisicamente.
E não vos chateio mais com melodramas da Temu.
Até amanhã pessoas, portem-se bem ou mal, mas sempre com responsabilidade.
Eu fui dos primeiros a dizer isso, porque já no meu tempo de dates, 2015/2016/2017, ninguém se queria comprometer à espera que viesse outro melhor no dia seguinte. Tanto que me deixei disso. Completamente. E depois apareceu o meu marido quando não andava à procura de nada.
ResponderEliminarSim, acho que quanto mais procuras uma coisa, mais ela escapa. Por isso deixa-me estar sossegado e o que for será.
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